O Grito!


Giorgio, porque somos íntimos, diz a que veio revelando a nova Kate Moss
Junho 7, 2007, 8:50 pm
Arquivado em: Berros, Fernando, Moda
de c O estilista Giorgio Armani reafirma seu talento para revelar top models (Adriana Lima, em 2001, e Letícia Birkheuer, em 2002, são alguns exemplos) com sua campanha Primavera/Verão 2007. A cheia de estilo Agyness Deyn, modelo inglesa top ten no ranking do models.com faz dobradinha nas Campanhas de Armani Jeans e Giorgio Armani, coleções que chegam às lojas do Brasil essa semana.

Influenciada pela cena rock underground de Manchester, sua cidade natal, Agyness é também integrante da banda Lucky Knitwear e namora Josh Hubbard, guitarrista do Paddington. Talvez por isso ela seja considerada a “nova Kate Moss”. Toda essa versatilidade pode ser conferida nas campanhas para Armani.

Enquanto ela aparece em versão zen chic para Giorgio Armani, esbanja sensualidade para Armani Jeans. Além de loira, sua cor atual de cabelos, já esteve ruiva e morena para campanha de grifes como Mulberry, Burberry, Cacharel, Paul Smith e Vivienne Westwood. De quebra, a top é uma das 10 faces na capa da celebrada Vogue América de Maio.



Stella McCartney desenha coleção da Adidas
Junho 7, 2007, 8:41 pm
Arquivado em: Berros, Moda
Para muitos descamisados e enjeitados pela moda ir a ginástica é coisa fácil; já o fashionista acha o fim. Faz de um tudo para ir até a ginástica: a famosa “segunda-feira eu começo”: tomar guaraná em pó, colocar uma foto de gisele na geladeira, entrar para a melhor academia da cidade e mesmo arrumar um bofe paquerinha por lá.

Não adianta? Simples, invista pesado. O jeito é encher o armário com as peças esportivas da última coleção de Stella McCartney para Adidas. Será impossível não morrer de vontade de sair correndo para fazer exercício com o casaco que vira bolsa ou com a lindinha sapatilha preta ou azul. Além da linha inspirada em jazz e balé clássico também há peças especiais para adeptos de ioga, corrida, tênis ou natação.

No site, dá para ver tudo. Enfim, não é genial fazer ginástica, divertir-se e ainda por cima ficar lindo? Ou pelo menos uma das alternativas acima.



Jennifer surpreende com bolsinha que mais parece luminária
Junho 7, 2007, 8:10 pm
Arquivado em: Berros, Fernando, Moda
Desta vez a musa Jennifer Lopez se superou. Ela escolheu a bolsa Beauty da Swarovski Cristais para compor o visual no 20º Annual Children’s Fund Gala Dinner, na última semana em Nova York. A delicada peça no tom de seu vestido destacava um fecho todo em pavê de cristal que fez a graça do look.
JLo é conhecida pelo seu bom gosto e estilo de se verstir. Ela sempre usa colants desnecessários, com cores berrantes. Tudo para exibir seu pôpô malhadíssimo. Então, não poderia dar outra: sua bolsa tinha que ser Swarovski!


Grife escocesa tem lançamento em primeiríssima mão na CasaModa no Rio
Junho 7, 2007, 7:53 pm
Arquivado em: Berros, Fernando, Moda
Murray é o nome da novíssima marca de moda escocesa que será lançada em primeiríssima mão no showroom Casamoda, de 12 a 25 de junho. Os que quiserem dar uma passada para conferir não se furtem à pegar um telefone e marcar horário. A casa só atende quem agendar uma visita guiada.

As preciosidades-xodós da Murray chegarão ao Brasil somente em agosto, quando a coleção vai dar graça às multimarcas mais bacanas do país. Esse desfile é bem especial só para que todo mundo fique com gostinho de quero mais na boca. Quem comanda o designer das peças é Stephanie Murray. Ela viveu anos na ponte aérea Paris-Londres e acaba de desembarcar em terras brasileiras com sua linda coleção (da série amor à primeira vista!).

Stephanie trabalhou lado a lado com ninguém menos que Karl Lagerfeld, quando o designer-comandante da Chanel ainda desenhava para Chloé. Lá, ela costumava receber flores sempre que terminavam uma coleção. Tal delicadeza parece ter ficado para sempre no coração e no estilo da designer. As roupas e acessórios desenhados por ela tem uma espécie de poder para transformar o cotidiano, tornando-o mais feminino, colorido, por vezes, teatral. Stephanie não cria peças de um guarda-roupa simplesmente e sim verdadeiras obras para vestir.

Trocando em miúdos: seu trabalho é um mix de Chanel + Valentino + Isabela Capeto. CasaModa: atendimento com hora marcada pelo número: (11) 3083-1010.



Charme Hi-Tech: Lacoste inova com coleção diferenciada
Junho 7, 2007, 7:45 pm
Arquivado em: Berros, Fernando, Moda
Muita gente considera a Lacoste, aquela marca com a imagem do jacaré de boca aberta, como uma coisa bem passadista. Usada apenas por vovôs e seres mais maduros. Ledo engano. A marca tem tudo para encantar o mundo inteiro com uma limitada coleção de duas mil pólos, assinadas pelo designer tunisiano, Tom Dixon. Trata-se de uma homenagem aos nossos tempos modernos e mesmo pós-modernos (em algumas esferas).

Divida em dois modelos, batizados de Eco Polo e Techno Polo, a série está em perfeita sintonia com a onda fashion green que, felizmente, invadiu o planeta, ditando que o verde é o novo preto e que pode salvar os animais. A Eco Polo tem única cor índigo, feita de algodão orgânico e tingida à mão com corantes naturais. Isso sim é luxo! Detalhe: a embalagem de papelão reciclado, lógico, também foi desenhada por Dixon.

Já a Techno Polo é cinza escuro, feita a partir de uma combinação absolutamente hi-tech de aço inoxidável, algodão e lurex. Vem embalada à vácuo num pacote de alumínio supermoderno. No No site é possível passear com o zoom pelas pólos-de-desejo e reparar em cada detalhe: costuras, botões, etiquetas…


Fashion Rio Outono / Inverno 2007
Janeiro 29, 2007, 8:24 am
Arquivado em: Fashion Rio, Fernando, Matéria, Moda
MIX DE RETRÔ + FUTURISMO
Imaginário espacial e tecnológico foi uma das principais tendências da semana de moda carioca
por Fernando de Albuquerque

De Alcino Leite e Vivian Whiteman à Lílian Pacce quem acompanhou o que foi apresentado na última Fashion Rio ouviu um único comentário: o estilinho brasileiro está buscando referência nos anos 60 e 80. Puro clichê mantido como cultura hype nas principais rodinhas indies e descoladas do eixo Rio – São Paulo, e porque não de Recife também. Isso porque quem freqüenta shows de Moptop e Rdo sabe que é muito fácil achar alguém trajando bolinhas, cintão vermelho, cigarretes e meião enrolado no tornozelo. Tudo muito trivial.

Mas uma coisa é certa: as roupas encurtaram e nada de discrição. O corpo está mais amostra e com mais vibrações. Não houve imposição de tons. Pelo contrário, um mix completo sem deixar as cores da paleta de lado. Os ditames caíram por terra e em tempos de Hugo Chaves nada melhor que democratizar ao cúmulo. Alguns desfiles foram transmitidos na íntegra e outros tem arquivamento marcado no YouTube. A passagem de La Bündchen foi notada por uivos da platéia e o olhar atento de Sérgio Cabral, Governador do Estado. Koolture, Adpac, Renata Veras e Felipe Eiras desfilaram uma inspiração quase coletiva em Darth Vader e os soldados do império galático.

O Fashion Rio, porém seguiu as tendências européias que buscam uma Nova Aristocracia com ideais calcados no futuro de formas e tecnologias. E para confirmar essa tese, bastou ver os desfiles de Balenciaga e Chalayan na última temporada. O círculo editorial da Vogue intitulou esse conceito de novo futurismo em retro-futurismo. Tudo com referências no imaginário espacial e tecnológico do passado. Até o modelito do homem na lua virou hype da estação.

E tudo foi cópia dos modelos europeus. A Sommer foi o exemplo mais claro já que a grife, sempre marcada por um tom acinzentado e sóbrio, buscou referências em um museu de ícones espaciais do passado e da ficção científica. Huxley ficaria passado. O filme de George Lucas também serviu de inspiração à Virzi e a Walter Rodrigues. Este, aliás, associou o retro-futurismo a roupas étnicas, criando uma desinteressante miscigenação de formas. Nossos compatriotas sempre com uma visão “semana de 22” nas composições.

Se é para abordar o futuro, é certo que o elemento esportivo tende a ser uma das chaves da moda nos próximos anos. As tecnologias e formas das roupas feitas para esportes entram cada vez mais para o vocabulário, numa adaptação de “sport luxury”, nas coleções da Redley, Reserva e Mara Mac. Entre a linha esportiva, influências militares ressurgem fortes em mantôs e pelerines, que completam os uniformes das desbravadoras contemporâneas – estejam elas interessadas nas novas tecnologias terrenas ou nos segredos ocultos no espaço. Pode tirar sua calça militar do fundo do guarda-roupa!



Brasileiros nas Passarelas em Londres e NY
Outubro 6, 2006, 11:30 pm
Arquivado em: Fernando, Moda
TIPO EXPORTAÇÃO
Estilistas brasileiros mostram muito talento em Nova York e Londres
por Fernando de Albuquerque

Sabe aquele tempo em que os estilistas do Brasil se destacavam nas passarelas internacionais por mostrarem trabalhos bem folclóricos com pinceladas bem regionalistas? Pois eles acabaram! Em um mundo cada vez mais globalizado, os representantes da terra de Peri (para ser bem folclorista) chegaram à maturidade apresentando coleções que podem ser consumidas por mulheres de várias nações, mas ainda assim mantendo uma espécie de DNA brasileiro.
Na última temporada de Nova Iorque, que aconteceu entre os dias 8 e 15 de setembro, os brasileiros fizeram bonito na Olympus Fashion Week, como é chamada a semana de lá. E nada do ideário pueril visto na Fashion Rio ou São Paulo. Os americanos tiveram a oportunidade de ver os biquínis de luxo da Rosa Chá (que mesmo sendo clichê aqui na terrinha, mantém um certo staff no estrangeiro), os vestidos red carpet de Carlos Miele, a berchwear boho-chic da Cia. Marítima, o minimalismo conceitual de Francisco Costa, na Calvin Klein e a criatividade do festejado Alexandre Herchcovitch.

Novidades – Pela primeira vez, Amir Slama, estilista da Rosa Chá, optou por apresentar a próxima coleção apenas em Nova York. O fato de ter abandonado a São Paulo Fashion Week (SPFW) na última edição criou um certo mal-estar entre os fashionistas brasileiros, mas o argumento é simples: desfilando em Nova York ele tem a oportunidade de atingir a imprensa e os compradores do Brasil e fora dele. O que é muito procedente, afinal chega de oba-oba tupiniquim.

A Rosa Chá é macaca velha e desfila na Olympus Fashion Week há seis anos, onde costumava repetir a coleção apresentada na SPFW. O que sempre foi considerado um erro, pois quando se repete um desfile a coleção perde o encanto. Desta vez, em NY, Slama apresentou biquínis chiques e extravagantes, ideais para serem usados nas badaladas praias do jet-set internacional.

A Cia. Marítima também estreou nesta edição do evento e teve grande presença na mídia por ter em seu casting a top model tcheca Karolina Kurkova. A Cia Marítima é a marca de moda praia do Grupo Rosset, conhecido pelas criações de lingerie da Valisére e a maior tecelagem produtora de tecidos com lycra entre os países sul-americanos. Foi criada em junho de 1990 e é a maior empresa do setor de moda praia da América Latina. Na passarela, biquínis tropicais, com a cara do Brasil.

Tapete Vermelho – Outro que desfila na Big Apple há nove temporadas é o paulista Carlos Miele, dono da M. Officer. Ele desistiu de desfilar na SPFW em 2002, quando se desentendeu com o organizador do evento, Paulo Borges. Na época, colocou a boca no mundo e disse que algumas editoras de moda não entendiam o seu trabalho. O carinho que, ele reclama, lhe faltou no Brasil, sobra nos Estados Unidos, onde as americanas são fãs de carteirinha dos vestidos de festa, longos e cheios de detalhes, que são o forte de Carlos Miele. Cada vestido seu é vendido por cerca de 3 mil dólares em 93 pontos de 22 países. Paralelamente à marca própria, Miele ainda cuida das 62 lojas da M. Officer no Brasil.

Mineirismos – Há quatro anos à frente da Calvin Klein, o mineiro Francisco Costa coleciona sucessos desde que assumiu o comando da divisão do prêt-a-porter feminino, o carro-chefe da marca. É lógico que a imprensa americana não considera Costa um estilista brasileiro, afinal de contas, ele construiu toda a sua carreira fora do país.
Ele já foi assistente de Oscar de La Renta e de Tom Ford na Gucci, antes de ir para a Calvin Klein. Mas, em entrevista ao New York Times no último mês, Costa afirma que o fato de ser brasileiro tem grande influência em seu trabalho. “Eu acho que todas as raízes e o seu background te dão o espírito, aquela coisa que vem automaticamente no trabalho”. Em sua última apresentação, ele criou vestidos com alças e muitas sobreposições, consolidando o estilo que vem construindo na CK.

Mercador – Acostumado a ser ovacionado pela crítica de moda brasileira, Alexandre Herchcovitch decidiu desfilar em Nova York em 2004 em busca de compradores internacionais. Desde então, repete o desfile apresentado na SPFW. A imprensa americana ora elogia o trabalho de Alexandre ora critica. Após seu desfile no último dia 9 de setembro, ao mesmo tempo que o New York Post classificou a coleção de “jovem e esperta”, o New York Times criticou o estilista pelo uso de cores muito primárias.
Mas Herchcovitch é um comerciante assumido e se importa muito mais com as vendas do que com as críticas da imprensa americana, que tem fama de bairrista. Depois que começou a desfilar em Nova York , ele alcançou fama mundial. Hoje vende em 60 lojas no exterior, em países como Japão, Estados Unidos, Inglaterra, França, Canadá, Coréia, Cingapura e Espanha.

Terrinha da Rainha – Dois brasileiros caíram nas graças do público londrino. Daniella Helayel, estilista da marca Issa, e o santista Bruno Basso, da dupla Basso & Brooke, que já é veterana na London Fashion Week. Daniella, que é advogada, começou a investir na moda depois de notar o quanto era difícil encontrar vestidos que caíssem bem ao corpo brasileiro. O sucesso foi imediato e hoje ela tem entre suas clientes gente como Kate Moss e Claudia Schiffer. Em Londres há cinco anos, Daniella tem pontos de vendas em mais de 30 países. Mais uma vez na London Fashion Week, que aconteceu de 18 a 22 de setembro, a estilista mostrou vestidos estilosos e confortáveis.

Já a marca Basso & Brook é conhecida por sua irreverência e cores sempre vibrantes. Bruno Basso e Christopher Brooke ficaram conhecidos em 2004, quando ganharam um concurso para novos talentos em Londres. Hoje vendem nas principais capitais da moda de Europa e também em Nova York. Em 2006, desfilaram como convidados na SPFW. Fiéis ao estilo irreverente, colocaram na passarela modelos que mais pareciam bonecas, diferente do estilo do ano passado, quando as cores fortes predominaram.



São Paulo Fashion Week
Agosto 3, 2006, 1:52 pm
Arquivado em: Fernando, Matéria, Moda, Música, Sao Paulo Fashion Week


0% DE OUSADIA
por Fernando de Albuquerque

Para aqueles que acompanharam, com o mínimo de afinco, o que rolou na São Paulo Fashion Week (SPFW), seja pelos canais de tevê a cabo, seja pelas parcas informações contidas nos jornais, viu que se depender dos estilistas o verão 2007 será recatado com os corpos muito bem cobertinhos. Tudo com uma imagem feminina que tende ao chique e a uma certa atitude reflexiva e muito reservada. Nada de ousadia. As coleções apresentadas entre os dias 12 e 18 deste mês, com algumas raras exceções, lutavam contra a nossa própria vocação tropical da estação. Tudo foi investido em looks completamente fechados, discretos e, muitas vezes, pesados. E haja peso nas saídas de banho.

Só para ter uma idéia, a própria apresentadora do GNT Fashion (que completou 10 anos de existência no último mês), Lilian Pacce, comentou em uma de suas passagens: “Os estilistas da SPFW decretaram a inexistência do novo preto”. Quase um ultraje em se tratando de modistas e modismos. O tom das composições, foram o de falta de vibração, sem humor e muito pouco sexy, o verão que eles trouxeram faz um elogio da urbanidade, do concreto, afastando-se das referências e da leveza das cidades praianas.

A cartela de cores usada por grifes tradicionalmente mais “floridas” como Maria Bonita, Reinaldo Lourenço, Forum e Huis Clos revela os tons desta nova sobriedade de verão. O preto ao lado de brancos, beges, cáquis, rosas pálidos e amarelos lavados, surgiu com a força que costuma adquirir na temporada de inverno. Tudo não ultrapassou o insosso dos tons pastéis. Boa parte dos estilistas parecia decidida a opor imagens elegantes ao estilo descontraído, supersensual e multicolorido que predomina no verão brasileiro.

Os estilistas também eliminaram, praticamente, os decotes frontais, deslocando-os, em algumas coleções, para as costas. E privilegiaram os comprimentos curtos, mas discretos, logo acima do joelho. As amarrações pontuaram as coleções – ora para criar efeitos decorativos (como os laços onipresentes), ora para estruturar e dotar os looks de vigor arquitetônico. Tudo muito retinho, sem preenchimentos e sem lacunas.

A cor, no entanto, não está morta. Ela veio com tudo nas grifes de estilo, como a Neon, ou de consumidores mais jovens, como a Ellus. O verde, o laranja e o roxo são apostas fortes para a estação, assim como as cores cítricas, como o flúor. Mas, infelizmente, tudo se manteve em consonância com os desfiles do ano passado. A quase onipresença do roxo (decretado o novo preto nas ultimas coleções) caiu completamente por terra.

O que de fato rendeu uma energia pop foi o fundamento da miscigenação adicionado à semana de moda, como nas coleções de Alexandre Herchcovitch, com referências à África, tema desta edição da SPFW. Temática meio óbvia já que a copa do mundo será na África do Sul e a vibe (cheia de excentrismo) deserto-camelo-safari há séculos deixou de ser o hype do momento.

Os desfiles masculinos, no entanto, surpreenderam e chegaram a roubar a cena da moda feminina. Herchcovitch, Cavalera, Prada e Maxime Perelmuter foram os destaques. Em oposição à austeridade sugerida às mulheres, as coleções masculinas estão propondo aos rapazes um verão multicolorido, com muitas estampas, camisões étnicos e divertidos terninhos com shorts. Sem esquecer a presença de materiais mais sintéticos. E nesse quesito uma salva de palmas, pois o conjuntinho calça-camiseta para homens já está enchendo o saco, até mesmo, do mais rude dos caminhoneiros. Cada vez mais o sexo masculino pede um pouco mais de ousadia e liberdade.